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  <title>Notícias CHC On-line</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br</link>
  
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       Novidades do mundo da ciência para gente do seu tamanho
       
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 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/janeiro/na-cozinha-com-os-indios/na-cozinha-com-os-indios">
  <title>Na cozinha com os índios</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/janeiro/na-cozinha-com-os-indios/na-cozinha-com-os-indios</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Descubra como povos indígenas do Amazonas preparam as suas refeições!&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Que tal se o almoço hoje for quinhapira de tucunaré e a sobremesa, doce de cubiu? Não sabe que pratos são esses? Pois eis aí dois tipos de comida preparados por povos indígenas da região do Alto Rio Negro, que fica no Amazonas, na fronteira entre Brasil, Colômbia e Venezuela. Nesse local, vivem 21 grupos indígenas, cada um com língua, costumes e ritos próprios. Mais do que fonte de energia, os alimentos são parte da sua cultura. Então, vamos conhecer melhor a sua culinária?! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;À caçada!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Em geral, os índios têm uma alimentação variada e equilibrada. A carne – seja de peixe ou de caça – é a sua principal fonte de proteínas. Os indígenas do Alto Rio Negro, por exemplo, costumam caçar a paca, a capivara e o caititu – animal conhecido também como porco-do-mato –, além de macacos e aves como o mutum. Já os xavantes, que vivem no centro-oeste brasileiro, em pleno cerrado, apreciam bastante a ema e outros animais desse bioma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class="image-right image-inline" src="/noticias/2010/janeiro/imagens/Nacozinhacomosndios2.jpg/image_mini" alt="Na cozinha com os índios 2" /&gt;“A alimentação depende do ambiente onde o índio se encontra, e é por isso que povos indígenas diferentes possuem técnicas de caça e pesca diferentes”, explica a médica e antropóloga Luiza Garnelo, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, uma das autoras do livro &lt;em&gt;Comidas tradicionais indígenas do Alto Rio Negro&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Mandioca para acompanhar&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Faz parte ainda da alimentação indígena uma raiz que você deve conhecer: a mandioca! Ela pode ser consumida na forma de farinha ou como o principal ingrediente de uma receita pra lá de especial: o beiju! Massa feita de mandioca, geralmente servida em forma de disco, como acompanhamento nas refeições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;De pimenta a frutas&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Na alimentação indígena também não faltam pimentas e frutas. Além de servir de tempero para diversos pratos, a pimenta é uma importante fonte de vitaminas e fibras para os índios. Como ela, as frutas também têm destaque na alimentação. No Alto Rio Negro, as mais consumidas são o açaí, o patuá, a pupunha, a bacaba, a banana, o abacaxi e outras frutas típicas da Amazônia, como o cubiu. Outro vegetal bastante utilizado é o caruru, erva daninha comestível que cresce nas roças de mandioca.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="image-inline captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/janeiro/imagens/Nacozinhacomosndios3.jpg/image_large" alt="Na cozinha com os índios 3" title="Na cozinha com os índios 3" height="175" width="650" /&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:650px"&gt;Pimentas e frutas marcam presença na alimentação dos índios do Amazonas.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;

&lt;h3&gt;Um jeito especial de fazer refeições&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Os índios têm um jeito próprio de preparar os alimentos, que podem ser cozidos, assados ou defumados (ou moqueados). As frituras não têm muito espaço no cardápio. Para cozinhar, é usado um fogão feito com pedaços de madeira da roça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos duas vezes ao dia, as mulheres indígenas se reúnem para compartilhar seus alimentos com os outros habitantes da aldeia. Funciona assim: cada uma leva a comida feita na sua casa. As pessoas sentam-se em um grande salão e esperam com o prato na mão, enquanto os jovens da comunidade passam distribuindo a comida. “É uma demonstração de união e solidariedade, além de ser uma forma de garantir que todos possam comer daquela comida”, conta Luiza. Bacana, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Tradição que tem sido perdida&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Mas, apesar de rituais como esse, algo preocupante está acontecendo com os índios que migram para as cidades: a substituição das comidas tradicionais por alimentos industrializados. Segundo Luiza, produtos como óleos para frituras e refrigerantes já foram incorporados à alimentação dos indígenas que vivem em áreas urbanas, o que faz com que muitas crianças fiquem afastadas da culinária das aldeias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, aí vai um convite! Que tal ajudar a manter vivas as tradições indígenas? A CHC On-line separou uma receita deliciosa de mingau de banana madura, que você pode fazer aí na sua casa, com a ajuda de um adulto. &lt;a title="Prato indígena à mesa!" class="internal-link" href="/noticias/2010/janeiro/na-cozinha-com-os-indios/prato-indigena-a-mesa"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; e confira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

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  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Camilla Muniz</dc:creator>
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   <dc:subject>Alimentação</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Índios</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
  
  <dc:date>2010-01-28T15:06:27Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
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 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/janeiro/na-cozinha-com-os-indios/prato-indigena-a-mesa">
  <title>Prato indígena à mesa: mingau de banana madura</title>
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  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Receita serve duas pessoas e é fácil de fazer&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Para fazer uma porção suficiente para duas pessoas, descasque três bananas pacovã (também conhecida como banana-da-terra) maduras com uma faca sem ponta e corte em bandas. Com a ajuda de um adulto, coloque na água para cozinhar. À medida que a banana for cozinhando, retire as sementes e fiapos. Os índios do Alto Rio Negro costumam fazer isso com o maçarico — utensílio de madeira do tamanho de uma colher de pau produzido a partir de um galho fino de árvore, com três ou mais ramificações —, mas você pode utilizar um garfo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o mingau cozinha, mexa sempre para dissolver a banana e dar uma consistência pastosa à comida. Quando ferver bem e a banana já estiver mole e dissolvida, o mingau estará pronto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso tenha farinha de tapioca em casa, você pode adicioná-la na receita. Neste caso, antes de a banana ficar mole, ponha dois punhados de farinha na panela e deixe cozinhar. Lembre-se: prepare esta receita com a ajuda de um adulto e... Bom apetite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;Adaptado do livro Comidas tradicionais indígenas do Alto Rio Negro, de Luiza Garnelo e Gilda Barreto Baré. Receita original de Albertina da Silva Barreto, indígena da etnia Baré.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center" class="bloco-centralizado"&gt;&lt;strong&gt;Leia o texto &lt;a title="Na cozinha com os índios" class="internal-link" href="/noticias/2010/janeiro/na-cozinha-com-os-indios/na-cozinha-com-os-indios"&gt;&lt;em&gt;Na cozinha com os índios&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; para saber mais sobre a alimentação indígena. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

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  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Camilla Muniz</dc:creator>
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   <dc:subject>Alimentação</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Atividade</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Índios</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Receitas</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
  
  <dc:date>2010-02-01T20:37:06Z</dc:date>
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 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/janeiro/habitante-das-areias">
  <title>Habitante da areia</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/janeiro/habitante-das-areias</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Saiba mais sobre o tatuí, o pequeno crustáceo encontrado nas praias brasileiras&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Ele vive na beira da praia, enterrado na areia, ali onde quebram as ondas. Com o vai e vem das águas, por vezes aparece na superfície. Mas, se isso acontece, não perde tempo: rapidamente cava um buraco e se esconde areia adentro. Seu nome: tatuí ou tatuíra. Conhece esse bichinho? Ele foi batizado assim pelos índios, que o achavam parecido com um pequeno tatu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os tatuís são encontrados nessa parte da praia porque são animais filtradores: isto é, que retiram o seu alimento da água. Eles contam com uma antena longa, repleta de cerdas, que retira algas e animais microscópicos da água, levando-os até a boca”, conta a bióloga Tereza Calado, do Laboratório de Ciências do Mar, da Universidade Federal de Alagoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma especialista em tatuís, a pesquisadora conta que, no Brasil, esses animais se dividem em duas espécies: a &lt;em&gt;Emerita brasiliensis&lt;/em&gt;, presente no sudeste e no sul do país, e a &lt;em&gt;Emerita portoricensis&lt;/em&gt;, encontrada na região nordeste. As duas têm diferenças, mas só os especialistas conseguem notá-las. Para quem não é biólogo, ambas parecem idênticas.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Delicioso!&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;&lt;dl class="image-right captioned image-inline"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/janeiro/imagens/Habitantedaareia2.jpg/image_preview" alt="Habitante da areia 2" title="Habitante da areia 2" height="400" width="247" /&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:247px"&gt;O tatuí encontrado no sudeste e  no sul do Brasil pertence à espécie conhecida como 'Emerita brasiliensis' (foto: Tereza Calado).&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Aliás, você sabia que os tatuís são crustáceos? Eles são definidos assim porque têm dois pares de antenas, uma característica que só os crustáceos têm. Outra curiosidade: como outros crustáceos mais famosos - camarões e lagostas, por exemplo -, os tatuís também são comestíveis. “Pessoas já me contaram que preparam omelete, ensopado e até risoto com eles”, conta Tereza, que há anos estuda esses bichinhos. “Eu nunca comi, mas dizem que eles são crocantes.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aves como o maçarico e a gaivota é que poderiam dar uma opinião a respeito. Sabe por quê? Esses são os principais predadores dos tatuís. Eles voam até a praia e ficam catando esses crustáceos na areia com o bico. Em geral, conseguem capturar filhotes, pois não é fácil agarrar um tatuí. Pudera! Esses animais apresentam patas em forma de foice, ideais para cavar na areia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Batendo em retirada&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Viu como são curiosos esses crustáceos? Então, passe adiante o que você acaba de descobrir sobre eles. Ah! E se alguém comentar que, no passado, existiam mais tatuís do que hoje... Saiba que não há um estudo que comprove que o número desses animais está diminuindo, embora existam alguns fatores que possam, sim, afastar esse crustáceo de determinada praia, como poluição, carros passando, muita gente na areia... Afinal, imagine o que é ter um monte de gente pisando sobre a sua casa: a areia! Por conta disso, a dica para encontrar muitos tatuís é ir a uma praia deserta. Lá, se houver bastante alimento e não existir predadores, esses animais podem até ultrapassar os cinco centímetros de comprimento. Já imaginou encontrar um tatuí grande assim?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

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  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Mara Figueira</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>Animais</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Tatuí</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Biologia</dc:subject>
  
  <dc:date>2010-01-12T21:32:59Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/visita-ao-formigueiro">
  <title>Visita ao formigueiro</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/visita-ao-formigueiro</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Vídeo mostra como vivem as formigas saúvas&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Você sabia que as formigas habitavam o nosso planeta há mais de cem milhões de anos? Imagina por que elas são definidas como insetos? Seria capaz de pensar que esses bichos, como nós, também produzem lixo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, clique na tela abaixo e assista ao vídeo &lt;em&gt;As saúvas – Uma sociedade de formigas&lt;/em&gt;. Produzido pela bióloga Joana Fava Alves, ele acaba de ser divulgado na internet e traz muitas informações – além de imagens sensacionais – sobre as formigas saúvas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Pode me chamar de cortadeira!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Também conhecidas como cortadeiras, por terem o costume de cortar folhas e as levarem para dentro do formigueiro, as saúvas foram filmagens por Joana em São Paulo. A bióloga capturou imagens desses insetos tanto em formigueiros artificiais mantidos em laboratórios da Universidade de São Paulo quanto em formigueiros naturais presentes nos jardins dessa instituição e também na cidade paulista de Itirapina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;embed height="265" width="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7646464&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram quase dois anos de trabalho – e algumas picadas dos insetos! – até que o vídeo – produzido como trabalho final da faculdade de biologia em 2008 – ficasse pronto. Registrar o dia-a-dia das saúvas exigiu paciência e atenção. “Bicho é sempre complicado para filmar. Em geral, você precisa esperar até que aconteça o comportamento que você deseja gravar. Além disso, é preciso lidar com alguns contratempos. Se está muito quente, por exemplo, é difícil ver as saúvas fora do ninho durante o dia”, conta a bióloga, que está por trás de cada detalhe do vídeo, desde a filmagem até a locução, passando pela pesquisa, pela redação do roteiro e pela edição das imagens, entre muitas outras ações.&lt;/p&gt;
&lt;dl class="image-inline captioned image-inline"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/imagens/Visitaaoformigueiro2.jpg/image_large" alt="Visita ao formigueiro 2" title="Visita ao formigueiro 2" height="438" width="600" /&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:600px"&gt;As formigas saúvas são também chamadas de cortadeiras porque cortam folhas e troncos para levar ao seu formigueiro.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;

&lt;h3&gt;No escurinho do formigueiro&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Disponível, por enquanto, apenas na internet, &lt;em&gt;As saúvas – Uma sociedade de formigas&lt;/em&gt; deve ganhar, em breve, uma pequena tiragem em DVD. Com quase catorze minutos de duração, o vídeo traz cenas que somente poderíamos presenciar se nos aventurássemos pelo interior de um formigueiro. Ou você já teve a chance de observar uma formiga rainha colocando ovos para fundar um novo ninho? “Para mim, essas são as cenas mais especiais, pois mostram comportamentos que acontecem escondidos, no escuro do formigueiro onde ninguém vê”, conta Joana, que mantém &lt;a class="external-link" href="http://formigasauva.blogspot.com/"&gt;um blogue&lt;/a&gt; só sobre as formigas saúvas e que você também pode conferir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Mara Figueira</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>Animais</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Vídeo</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Formigas</dc:subject>
  
  <dc:date>2009-12-23T14:42:10Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/por-dentro-da-nau-de-cabral-1">
  <title>Por dentro da nau de Cabral</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/por-dentro-da-nau-de-cabral-1</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Visite uma réplica do navio que trouxe os portugueses ao Brasil em 1500&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Dar asas à imaginação é bom demais! Em um piscar de olhos, você pode estar em uma floresta distante, em outro planeta ou desbravando os mares no tempo das grandes navegações. Se você gostou do último cenário, saiba que mais do que imaginar, você pode realmente entrar em um navio igualzinho ao que trouxe Pedro Álvares Cabral em 1500 ao Brasil. A nau, que tem o mesmo tamanho da original, está em exposição no Espaço Cultural da Marinha, no Rio de Janeiro. A CHC foi até lá e garante: ao pisar no convés e sentir o balanço do mar, é impossível não se sentir como um marujo da época!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Não é mole não!&lt;/h3&gt;
&lt;dl class="image-right captioned image-inline"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/imagens/NanaudeCabral2.jpg/image_preview" alt="Na nau de Cabral 2" title="Na nau de Cabral 2" height="400" width="268" /&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:268px"&gt;O alimento mais importante em alto-mar era o biscoito, por demorar para estragar (foto: Tatiane Leal).&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;

&lt;p&gt;Se você acha que a vida em alto-mar é feita só de emoção, está enganado. O dia-a-dia dos marinheiros era bastante duro. Não existia geladeira naquela época, então, os alimentos eram como o presunto cru: salgados e secos para durarem mais tempo. Mas a comida mais importante mesmo era o biscoito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Os marinheiros nunca sabiam quando iriam chegar ao seu destino, pois era a quantidade de vento que determinava a velocidade da nau”, conta o vice-almirante Armando Bittencourt, Diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.&amp;nbsp; “Se o restante dos alimentos estragasse, o biscoito resistia.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a água era contaminada, os marinheiros preferiam beber vinho, já que o álcool matava algumas bactérias. Aliás, o navio era uma sujeira só! Ratos, baratas e outros animais faziam a festa, enquanto os marujos dormiam no chão. Ter uma cama era privilégio do comandante. E se você já viu filmes em que os marinheiros dormiam em redes, o vice-almirante Bittencourt esclarece que isso só começou a acontecer após o descobrimento, pois os portugueses aprenderam com os índios a confeccioná-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Para aguentar o dia-a-dia&lt;dl class="image-right captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a rel="lightbox" href="/noticias/2009/dezembro/imagens/NanaudeCabral3.jpg"&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/imagens/NanaudeCabral3.jpg/image_mini" alt="Na nau de Cabral 3" title="Na nau de Cabral 3" height="146" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:200px"&gt;Para passar o tempo a bordo, os marinheiros se divertiam com jogos como o de damas (foto: Tatiane Leal).&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Você deve estar se perguntando como os marujos suportavam uma viagem tão longa e difícil. “Sempre havia um padre a bordo, para rezar as missas diariamente e dar apoio psicológico aos marinheiros”, conta Bittencourt. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os marujos também se divertiam com jogos, como o de damas. Mas desde que não apostassem nada! Os jogos de azar eram proibidos, para evitar confusão entre eles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Embarque nessa!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Com esses detalhes, você já pode dar asas à imaginação e voltar no tempo até a época do descobrimento. Mas se você está no Rio de Janeiro, não deixe de ir até o Centro Cultural da Marinha e pisar na nau com seus próprios pés! Você pode explorar o navio e ver réplicas dos alimentos, jogos e animais que faziam parte da vida a bordo entre os séculos 15 e 16. Ou seja, você terá todos os ingredientes para fazer do passeio uma incrível aventura!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center" class="bloco-centralizado-menor"&gt;&lt;strong&gt;Espaço Cultural da Marinha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Av. Alfred Agache, s/n, Centro, Rio de Janeiro/RJ (próximo à Praça XV).&lt;br /&gt;Terça a domingo, das 12h às 17h. Grátis!&lt;br /&gt;Tel.: (21) 2104-5592 / 2104-6025.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Tatiane Leal</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>História</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Descobrimento do Brasil</dc:subject>
  
  <dc:date>2009-12-21T14:50:01Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/manual-de-bolso-do-pequeno-fotografo-de-natureza">
  <title>Manual de bolso do pequeno fotógrafo de natureza</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/manual-de-bolso-do-pequeno-fotografo-de-natureza</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Aprenda com um craque da fotografia a fazer belos retratos de animais&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;No final de novembro, um menino chamado Vítor, de 11 anos, chegou a uma livraria em São Paulo com um objetivo: ganhar um autógrafo do fotógrafo Fabio Colombini, que lançava o livro &lt;em&gt;Fotografia de natureza&lt;/em&gt;. Vítor estava lá porque, quando crescer, quer registrar, em fotos, toda a beleza dos animais, das plantas, das paisagens... Algo que também fascinou Fabio desde cedo. Para você ter uma ideia, aos 13 anos, ele começou a apontar sua câmera para a natureza. Agora, com fotos publicadas em mais de 2.600 livros, compartilha, por meio da obra que acaba de lançar, a sua experiência com o público. A ideia é incentivar novos talentos e, por isso, a &lt;em&gt;CHC On-line&lt;/em&gt; não perdeu tempo: resolveu perguntar que dicas Fabio daria para crianças que, como você e Vítor, também adorariam tirar fotos incríveis de animais. Confira! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;img class="image-right image-inline" src="/noticias/2009/dezembro/imagens/Manualdebolsodopequenofotgrafodenatureza2.jpg/image_preview" alt="Manual de bolso do pequeno fotógrafo de natureza 2" /&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;Como começar? E onde?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“Com as câmeras digitais, ficou mais fácil fotografar. Elas não são grandes, mas têm lentes poderosas, pegando coisas que estão longe e até as muito pequenas. Então, dá para começar fotografando perto de casa: no jardim, no parque, nas praças, nos zoos”, conta Fabio. É possível fazer boas fotos sem nem deixar o seu lar. “Dá para montar em casa um aquário ou um terrário e acompanhar a vida dos peixes e insetos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Viaje pela natureza&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Agora que as férias chegaram, aproveite e faça cliques em parques, fazendas e hotéis que têm animais selvagens semi-domesticados, como quatis, esquilo, araras, jacarés e macacos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eles chegam perto das pessoas e se deixam fotografar“, conta Fabio. Se seus pais lhe pedirem para escolher um destino de viagem, opte por um lugar de beleza natural, como o Pantanal ou a Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Informe-se!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“O fotógrafo de natureza passa mais tempo lendo sobre a natureza e a vida dos animais do que sobre fotografia”, conta Fabio Colombini, que enumera várias razões para explicar esse interesse. “Os insetos ficam escondidos e disfarçados embaixo das folhas - eu preciso saber disso para encontrá-los. As aves fazem ninhos na primavera - não adianta procurá-los no outono. Os tamanduás têm um olfato muito bom - só consigo chegar perto dele se andar contra o vento. Há macacos muito simpáticos, mas que podem morder - eu tenho que tomar cuidado. Assim, é muito útil assistir a documentários de TV sobre vida animal, ler livros, enciclopédias, e aprender observando a natureza.”&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;dl class="image-inline captioned image-inline"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/imagens/Manualdebolsodopequenofotgrafodenatureza3.jpg/image_large" alt="Manual de bolso do pequeno fotógrafo de natureza 3" title="Manual de bolso do pequeno fotógrafo de natureza 3" height="409" width="600" /&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:600px"&gt;Típico da Amazônia, o macaco-de-cheiro vive em grandes grupos e, às vezes, serve de animal de estimação para crianças indígenas.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
De olho no relógio&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Anote: normalmente, as piores horas para se fotografar são entre as 10 e 15 horas, principalmente se o sol estiver brilhando. Em dias nublados, porém, a luz suave que vem do céu é muito boa para tirar fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Flash, não!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“Evite ao máximo usar o flash. Tudo fica mais bonito iluminado com a luz natural”, aconselha Fabio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;dl class="image-inline captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/imagens/Manualdebolsodopequenofotgrafodenatureza4.jpg/image_large" alt="Manual de bolso do pequeno fotógrafo de natureza 4" title="Manual de bolso do pequeno fotógrafo de natureza 4" height="400" width="600" /&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:600px"&gt;Na hora em que Fabio Colombini foi tirar essa foto do corujão-orelhudo, surgiu um gavião. A ave, então, adotou uma posição de defesa: abriu as asas e eriçou as penas para parecer maior.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
Segurança em primeiro lugar&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Tome cuidado por onde pisa. Não ponha a mão em buracos, ninhos, folhas secas no chão: esses são lugares onde cobras, aranhas e escorpiões se escondem. Passe protetor solar, use tênis confortável, boné, repelente. Leve água, capa de chuva. Não se aproxime de barrancos. Cuidado com pedras molhadas em rios e cachoeiras!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;dl class="image-inline captioned image-inline"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/imagens/Manualdebolsodopequenofotgrafodenatureza5.jpg/image_large" alt="Manual de bolso do pequeno fotógrafo de natureza 5" title="Manual de bolso do pequeno fotógrafo de natureza 5" height="436" width="600" /&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:600px"&gt;Jacaré-do-pantanal entre alfaces d´água. Os jacarés costumam passar horas na mesma posição. Assim é possível caprichar bastante no enquadramento da foto.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
Esteja preparado!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Um fotógrafo de natureza não pode ter preguiça. “Ele tem que acordar cedo, antes de o sol nascer, e trabalhar até o fim do dia. Às vezes, à noite também. Além disso, tem que ter muita paciência, olhar tudo com atenção, fazer silêncio quando anda na mata, não assustar ou correr atrás dos animais, se mover &lt;em&gt;muuuuuito&lt;/em&gt; lentamente ao avistar um bicho e não pisar nas plantas”, conta Fabio Colombini. Segundo o fotógrafo, importante também é ter sempre em mente o que se quer fotografar, estar atento aos sinais atmosféricos (chuva, sol, vento, nevoeiro), evitar sair das trilhas e conhecer bem o lugar para não se perder. “A natureza nos mostra cenas lindíssimas, mas a gente precisa ter sensibilidade para procurar, esperar e admirar”, conta ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Mara Figueira</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>Livros</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Animais</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Fotografia</dc:subject>
  
  <dc:date>2009-12-16T13:38:50Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/onze-mil-dias-depois">
  <title>Onze mil dias depois...</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/onze-mil-dias-depois</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Anel mostra que ave encontrada na costa do Brasil havia nascido na Europa há mais de 30 anos!&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Onde você estava em oito de setembro de 1978? Com toda a certeza nem sonhava em nascer! Mas saiba que, nessa data, uma ave marinha da espécie &lt;em&gt;Puffinus puffinus&lt;/em&gt; – conhecida no Brasil como bobo-pequeno – ganhou um acessório para a vida toda: um pequeno anel de alumínio, que foi colocado em uma de suas patas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela era ainda um filhote quando recebeu o que os biólogos chamam de anilha, e estava bem distante do nosso país: mais precisamente nas ilhas Bardsey, no País de Gales. Mas quem poderia imaginar que 11.357 dias depois, essa ave seria achada a 9.145 quilômetros de distância do seu local de nascimento, mais precisamente na costa do Brasil?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois foi o que aconteceu! No dia 12 de outubro de 2009, os ornitólogos Luciano Lima e Bruno Rennó, além do zoólogo Salvatore Siciliano e do estudante de biologia Hélio Secco, encontraram, na praia de Manguinhos, em Armação de Búzios, no Rio de Janeiro, justamente a ave que, há 31 anos, havia recebido uma anilha na Europa. O bobo-pequeno, infelizmente, já estava morto. Mas, por conta da anilha, foi possível para os pesquisadores brasileiros saber mais sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;dl class="image-right captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/dezembro/imagens/Onze-mil-dias-depois-2.jpg/image_preview" alt="Onze mil dias depois 2" title="Onze mil dias depois 2" height="285" width="300" /&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:300px"&gt;Esta é a anilha que o bobo-pequeno encontrado no litoral do Rio de Janeiro trazia em uma das suas patas.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;

&lt;p&gt;“No anel de alumínio, há um número que identifica a ave. Além disso, também está escrito ali o nome e o contato da instituição de pesquisa que pôs a anilha no animal. Assim, quem o encontrar pode avisá-la e, dessa forma, permitir que os pesquisadores saibam por onde aquela ave andou, quantos quilômetros percorreu, entre outras informações”, explica Luciano Lima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o que aconteceu. Por correio eletrônico, Luciano e Salvatore avisaram a entidade britânica que havia colocado a anilha no bobo-pequeno e, por carta, receberam a informação de que a ave já tinha 31 anos e estava muito, muito longe do local onde havia recebido o seu anel de alumínio. Algo interessante, mas esperado para as aves marinhas! Para você ter uma ideia, os cientistas já conseguiram reencontrar um bobo-pequeno 51 anos depois de ele ter ganho uma anilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A expectativa de vida das aves marinhas costuma mesmo ser mais alta do que as das outras aves. Para se ter uma ideia, aves como rolinhas e sabiás vivem menos de 20 anos, por exemplo. Também vale lembrar que há casos de aves que foram anilhadas na América do Norte e, em 10 dias, já haviam sido encontradas no Brasil. Ou seja, animais como esses não só são capazes de percorrer grandes distâncias, como também podem fazer isso em um curto espaço de tempo”, conta Luciano Lima.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Mara Figueira</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>Aves</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Animais</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Migração</dc:subject>
  
  <dc:date>2009-12-07T13:56:46Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/a-cara-do-brasil-imperial">
  <title>A cara do Brasil imperial</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/a-cara-do-brasil-imperial</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Exposição reúne retratos de brasileiros feitos por artistas franceses no século 19 &lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Imagine que você é um ilustre membro da sociedade brasileira do século 19. Durante uma viagem à França, você resolve encomendar um retrato a um artista francês, como era costume na época, para servir de registro da sua temporada no exterior. Se isso realmente tivesse acontecido lá no passado, hoje sua imagem poderia estar entre as obras da exposição &lt;em&gt;Retratos no estrangeiro: o Brasil imperial nos ateliês franceses&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mostra, em cartaz no Museu Imperial, na região serrana do Rio de Janeiro, reúne obras de 50 artistas franceses – como pintores, gravadores e fotógrafos – que naquele tempo fizeram retratos tanto de cidadãos anônimos brasileiros como dos membros da família imperial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os nobres, estão o imperador D. Pedro II, a sua esposa, D. Teresa Cristina, as suas filhas, as princesas Isabel e Leopoldina, e também o Conde d´Eu, o Duque de Saxe e os filhos das princesas. Há ainda imagens que revelam o trabalho dos escravos nas fazendas de café do tempo em que o Brasil era império.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;dl class="image-right captioned image-inline"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a rel="lightbox" href="/noticias/2009/outubro/imagens/AcaradoBrasilimperial2.jpg"&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/imagens/AcaradoBrasilimperial2.jpg/image_mini" alt="A cara do Brasil imperial 2" title="A cara do Brasil imperial 2" height="200" width="168" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:168px"&gt;Acredita-se que o retrato do comerciante português Pedro José Bernardes, pai da marquesa de Itamarati, tenha sido encomendado ao ateliê Viénot et Morisset por seus descendentes após a sua morte, certamente a partir de algum outro retrato.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
À moda francesa&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Os retratos eram feitos na França ou em ateliês de artistas franceses estabelecidos no Rio de Janeiro. E imagine que muitas vezes os artistas produziam as imagens sem sequer terem visto o cliente pessoalmente! Nesses casos, outras obras – como pinturas, miniaturas, gravuras ou fotografias – serviam de inspiração.&amp;nbsp; “A pessoa podia estar do outro lado do Atlântico ou até mesmo já ter partido deste mundo”, conta a historiadora Maria de Fátima Argon, curadora da exposição junto com Maria Inez Turazzi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mostra, que comemora o Ano da França no Brasil, apresenta também gravuras, pinturas e fotografias do Rio de Janeiro, então capital do império, e do povo carioca, feitas por artistas franceses amadores e profissionais. “A criação dessas imagens ajudou a promover a troca de experiências entre brasileiros e franceses da época e a entrelaçar as histórias dos dois países”, afirma Maria de Fátima. Além disso, fazem parte da exposição livros, jornais, máquinas fotográficas e tapetes franceses da época.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Então, se você quiser conhecer um pouco mais do Brasil imperial, não perca a oportunidade de visitar esta exposição! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center" class="bloco-centralizado"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;dl class="image-left captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a rel="lightbox" href="/noticias/2009/outubro/imagens/AcaradoBrasilimperial3.jpg"&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/imagens/AcaradoBrasilimperial3.jpg/image_thumb" alt="A cara do Brasil imperial 3" title="A cara do Brasil imperial 3" height="128" width="107" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:107px"&gt;D. Pedro II criança.&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
Retratos no estrangeiro: o Brasil imperial nos ateliês franceses&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Museu Imperial&lt;br /&gt;Rua da Imperatriz, 220, Petrópolis/RJ.&lt;br /&gt;Até fevereiro de 2010.&lt;br /&gt;Terça a domingo, das 11h às 18h.&lt;br /&gt;R$ 8.&lt;br /&gt;Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam R$ 4.&lt;br /&gt;Menores de 7 anos e maiores de 80: grátis.&lt;br /&gt;Às sextas-feiras, os moradores de Petrópolis pagam R$ 5.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Camilla Muniz</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>História</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Fotografia</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Brasil Imperial</dc:subject>
  
  <dc:date>2009-11-27T17:26:50Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/o-som-das-aldeias">
  <title>O som das aldeias</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/o-som-das-aldeias</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;CDs trazem canções feitas por índios brasileiros. Ouça!&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Quer se sentir em uma aldeia indígena? Então, ligue a caixa de som do seu computador, &lt;a title="Canto da mãe do vento" class="internal-link" href="/noticias/2009/outubro/arquivos/Canto%20da%20mae%20do%20vento.wav"&gt;clique aqui&lt;/a&gt; e ouça uma música do povo tikuna, que vive na Amazônia. Gostou? Pois saiba que essa é apenas uma das atrações de dois CDs recém-lançados que trazem canções feitas por índios. Um apresenta os sons dos tikuna. Já o outro traz as primeiras canções indígenas gravadas por um brasileiro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Do passado para o presente&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Essas gravações antigas – que você pode ouvir ao clicar na tela a seguir – são de músicas dos pareci e nambiquara, índios que vivem no centro-oeste do Brasil. Elas foram feitas pelo antropólogo Edgar Roquette-Pinto em 1912. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao viajar entre Mato Grosso e Rondônia, Roquette-Pinto se tornou o
primeiro brasileiro a gravar canções indígenas. Na época, não havia a
tecnologia atual e o pesquisador registrou as músicas em 14 cilindros
de cera, material que permite a gravação de sons por meio de um
equipamento chamado fonógrafo. Dá para acreditar?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="player_385678" height="439" width="550"&gt;&lt;param name="movie" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=385678&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed height="439" width="550" wmode="transparent" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=385678&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true" allowscriptaccess="always" type="application/x-shockwave-flash" id="player_385678"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o antropólogo trabalhava no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, as gravações ficaram arquivadas ali. Em 1937, elas foram copiadas e, agora, por iniciativa dos pesquisadores Edmundo Pereira e Gustavo Pacheco do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento da instituição, deram origem ao CD &lt;em&gt;Rondônia 1912 – Gravações Históricas de Roquette-Pinto&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Canto que vem da Amazônia&lt;/h3&gt;
&lt;dl class="image-right captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/imagens/Osomdasaldeias2.jpg/image_preview" alt="O som das aldeias 2" title="O som das aldeias 2" height="399" width="400" /&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:400px"&gt;Canções dos índios Tikuna também acabam de ser reunidas em um CD. &lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;

&lt;p&gt;Entre 2002 e 2004, Edmundo Pereira e Gustavo Pacheco coordenaram gravações de músicas do povo tikuna, que vive na fronteira do Brasil com o Peru e a Colômbia, na região conhecida como Alto Solimões. O resultado está no álbum duplo &lt;em&gt;Magüta arü wiyaegü – Cantos Tikuna&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos CDs traz músicas tradicionais, como as tocadas e cantadas na festa da moça nova, ritual que celebra a entrada das meninas na adolescência. O outro apresenta os novos ritmos criados pelos indígenas, que misturam cantigas antigas e instrumentos eletrônicos, além de influências dos países vizinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A música, para os tikuna, tem grande valor em rituais sagrados e está sempre presente no cotidiano dos cerca de 35 mil índios que pertencem a esse grupo”, conta Edmundo Pereira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os CDs &lt;em&gt;Magüta arü wiyaegü – Cantos Tikuna&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Rondônia 1912 – Gravações Históricas de Roquette-Pinto&lt;/em&gt; não estão à venda. Mas, em breve, o seu conteúdo será colocado na internet para quem quiser acessar. Além de ouvir os sons desses povos indígenas, você vai poder saber mais sobre eles por meio de textos e fotos presentes nos encartes dos CDs. Será a sua chance de entrar no ritmo dos índios brasileiros. Então, aumente o som!&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Camilla Muniz</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>Música</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Índios</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>CD</dc:subject>
  
  <dc:date>2010-02-01T18:17:39Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/e-hora-da-premiacao">
  <title>É hora da premiação!</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/e-hora-da-premiacao</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Saiba quem levou para casa o livro Vivendo com as estrelas, da astrônoma brasileira Duília de Mello&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Que rufem os tambores: a &lt;em&gt;CHC On-line&lt;/em&gt; tem o prazer de anunciar o resultado da promoção &lt;em&gt;Presente estelar&lt;/em&gt;! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vai levar para casa o livro &lt;em&gt;Vivendo com as estrelas&lt;/em&gt;, da astrônoma brasileira Duília de Mello, é... Vitória Tostes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós perguntamos: o que você faria para alcançar as estrelas? Vìtória, de 13 anos, respondeu: “Usaria a minha nave espacial chamada imaginação!”. Com essa frase, ela garantiu o seu presente estelar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns, Vitória! A CHC On-line agradece a sua participação e também a de muitos outros meninos e meninas. E fiquem atentos: vêm aí mais concursos e prêmios. Aguardem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Redação CHC On-line</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>Concurso</dc:subject>
  
  <dc:date>2009-11-23T19:39:24Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/brasileiras-de-oito-pernas">
  <title>Brasileiras de oito pernas</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/brasileiras-de-oito-pernas</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Cientistas descobrem aranhas caranguejeiras que só existem no nosso país &lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;As aranhas caranguejeiras, com suas longas pernas e corpo coberto por pelos, metem medo em muita gente. Mas você já imaginou que um animal desse tipo pode ser dócil? Pois assim é uma espécie recém-descoberta por cientistas brasileiros e outra que eles acabam de estudar melhor: a &lt;em&gt;Avicularia sooretama&lt;/em&gt; e a &lt;em&gt;Avicularia diversipes&lt;/em&gt;. Habitantes da Mata Atlântica, elas raramente picam alguém e têm um veneno inofensivo para o ser humano. As duas foram pesquisadas pelos biólogos Rogério Bertani e Caroline Fukushima, que, para completar, ainda descobriram mais uma espécie de aranha caranguejeira na Mata Atlântica: a &lt;em&gt;Avicularia gamba&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Longe dos buracos, perto das árvores&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Essas três aranhas apresentam peculiaridades que as tornam bastante interessantes e especiais. Diferentemente das cerca de 2000 espécies de caranguejeiras já catalogadas, que geralmente vivem em buracos, as que foram pesquisadas pelos biólogos do Instituto Butantan preferem os troncos e os galhos das árvores para tecerem teias e construírem refúgios. Por isso, são chamadas de arborícolas.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;dl class="image-left captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a rel="lightbox" href="/noticias/2009/outubro/imagens/Brasileirasdeoitopernas2.jpg"&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/imagens/Brasileirasdeoitopernas2.jpg/image_preview" alt="Brasileiras de oito pernas 2" title="Brasileiras de oito pernas 2" height="291" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:400px"&gt;Veja como é a 'Avicularia sooretama' quando jovem (foto: Rogério Bertani).&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;É do Brasil!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Mas não é só. Também podemos dizer que essas aranhas caranguejeiras são autênticas brasileiras de oito pernas! Isso porque elas existem apenas no Brasil, em uma região específica da Mata Atlântica. Para você ter uma ideia, a &lt;em&gt;Avicularia gamba&lt;/em&gt; e a &lt;em&gt;Avicularia diversipes&lt;/em&gt; são encontradas somente no sul da Bahia. Já a &lt;em&gt;Avicularia sooretama&lt;/em&gt; ocupa uma área limitada entre o sul da Bahia e o Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Difícil descoberta&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;“O fato de essas espécies serem características de certa área geográfica é uma das razões pelas quais elas ainda não haviam sido descobertas”, explica Rogério Bertani. Segundo o biólogo, não há, no país, pesquisadores suficientes para estudar todas as espécies de uma fauna tão rica como a brasileira. É por isso que mesmo o estudo de animais já conhecidos, como a &lt;em&gt;Avicularia diversipes&lt;/em&gt;, descrita em 1842, é importante. “Havia apenas informações gerais sobre essa espécie. Agora, a descrição está mais detalhada, pois acrescentamos desenhos, medidas e fotos“, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Sob diferentes ameaças&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;&lt;dl class="image-right captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a rel="lightbox" href="/noticias/2009/outubro/imagens/Brasileirasdeoitopernas3.jpg"&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/imagens/Brasileirasdeoitopernas3.jpg/image_preview" alt="Brasileiras de oito pernas 3" title="Brasileiras de oito pernas 3" height="296" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:400px"&gt;A aranha caranguejeira 'Avicularia diversipes' já era conhecida pelos cientistas desde 1842. Quando adulta, ela chega a medir nove centímetros de comprimento com as pernas esticadas (foto: Caroline Fukushima).&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Mas você acredita que as três espécies de aranhas caranguejeiras que foram estudadas pelos biólogos do Butantan e da Universidade de São Paulo já estão ameaçadas?! Por viverem num local onde o desmatamento é intenso, esses bichos correm o risco de perderem suas moradias e, sem as árvores, não conseguirem sobreviver. Para piorar, o comércio ilegal também põe esses animais em risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Desde 2007, a &lt;em&gt;Avicularia sooretama&lt;/em&gt; e a &lt;em&gt;Avicularia diversipes&lt;/em&gt;, por serem dóceis, são vendidas na Europa como animais domésticos. Além de representar um crime contra a natureza, essa prática facilita o uso desses bichos em pesquisas no exterior, o que prejudica o trabalho dos nossos cientistas, que tanto se esforçam para estudar e nos apresentar a fauna brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Camilla Muniz</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>Animais</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Aranhas</dc:subject>
  
  <dc:date>2009-11-18T13:36:49Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/para-aprender-fisica-e-se-divertir">
  <title>Para aprender física e se divertir</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/para-aprender-fisica-e-se-divertir</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Faça em casa um experimento curioso, proposto por um projeto que leva ciência às escolas!&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Por que os objetos caem? Por que levamos choque? Por que os óculos fazem as pessoas enxergarem melhor? Talvez você nem imagine, mas tudo isso pode ser respondido pela ciência. Mais precisamente, pela física. E de um jeito simples! Duvida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é o que mostra o projeto &lt;em&gt;Ação Ciência&lt;/em&gt;. Formado por estudantes da Universidade Estadual de Campinas, ele acontece em escolas da região desde 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cada colégio, são feitos diversos experimentos, dos mais simples até os mais complexos, com o propósito de ensinar física. E ninguém sai da apresentação com dúvidas! Ainda mais porque, segundo o estudante de física Thales Fornazari, um dos integrantes do &lt;em&gt;Ação Ciência&lt;/em&gt;, a recepção do público é muito boa. “As crianças sempre demonstram bastante curiosidade e interesse”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Mãos na massa&lt;/h3&gt;
&lt;dl class="image-right captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a rel="lightbox" href="/noticias/2009/outubro/imagens/Paraaprenderfsica2.jpg"&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/imagens/Paraaprenderfsica2.jpg/image_mini" alt="Para aprender física 2" title="Para aprender física 2" height="200" width="192" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:192px"&gt;Ilustração: Marcello Araújo&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;

&lt;p&gt;Então, que tal fazer um dos experimentos propostos pelo &lt;em&gt;Ação Ciência&lt;/em&gt;? Você só precisa ter detergente, um pedaço de lã de aço, um recipiente com água e seguir as instruções: primeiro, coloque a lã de aço sobre a água. Veja que ela boia. Agora, pingue detergente. A lã de aço afunda. Mas... Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez você não saiba, mas tudo o que há ao nosso redor é formado por pequenas partículas chamadas de átomos, que podem se reunir e formar o que conhecemos como moléculas. A água, por exemplo, é composta por átomos de hidrogênio e de oxigênio. Quando colocamos esse líquido em um recipiente, as moléculas que estão na superfície criam o que os físicos chamam de tensão superficial: elas se ligam de tal forma que criam uma membrana, capaz de suportar o peso de alguns objetos, como o pedaço da lã de aço do nosso experimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é que basta um pouquinho de detergente para quebrar essas ligações entre as moléculas de água? Pois é! Como explica o &lt;em&gt;Ação Ciência&lt;/em&gt; em suas apresentações, esse produto acaba com a tensão superficial e, assim, não há mais a tal membrana para impedir que a lã de aço afunde! Ficou com vontade de fazer mais experimentos e descobrir fenômenos tão curiosos como esse? Então, que tal dar a dica para o seu professor e, quem saber, receber a visita do &lt;em&gt;Ação Ciência&lt;/em&gt; em sua escola?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div align="center" class="bloco-centralizado"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ação Ciência&lt;/em&gt; na sua escola&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em geral, é o &lt;em&gt;Ação Ciência&lt;/em&gt; quem entra em contato com os colégios para oferecer suas apresentações, dando preferência aos públicos. Mas quem ficar interessado também pode convidar o grupo para uma visita pelo telefone (19) 3521-5299.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Júlia Faria</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>Educação</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Física</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Experimento</dc:subject>
  
  <dc:date>2009-11-16T13:13:52Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/turma-do-rex-apresenta..">
  <title>Turma do Rex tem a honra de apresentar...</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/turma-do-rex-apresenta..</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;A nova página da Ciência Hoje das Crianças na internet!&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Meninos e meninas, chegou o grande dia: sejam bem-vindos à nova página da &lt;em&gt;CHC On-line&lt;/em&gt;! E aí? Gostaram das mudanças no visual? Então, saibam que as alterações não ficaram restritas às aparências... Depois de um ano inteirinho de trabalho – pois é! Quem disse que dinossauros e zangões não pegam no batente? –, o que não faltam são novidades. Quer ver só?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Atrações para todos os gostos&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Na nova &lt;em&gt;CHC On-line&lt;/em&gt;, além de &lt;a title="Notícias CHC On-line" class="internal-link" href="/noticias/noticias-chc-on-line"&gt;novidades do mundo da ciência&lt;/a&gt; para gente do seu tamanho, você vai encontrar &lt;a title="Vídeos" class="internal-link" href="/videos/videos"&gt;vídeos imperdíveis&lt;/a&gt; e até um &lt;a title="Rádio CHC" class="internal-link" href="/podcasts/radio-chc"&gt;programa de rádio&lt;/a&gt; feito sob medida para quem tem a curiosidade como amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar, há ainda o &lt;a title="Blog do Rex" class="internal-link" href="/blogue-do-rex/blog-do-rex"&gt;&lt;em&gt;Blogue do Rex&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, um espaço em que o dinossauro mais querido do Brasil vai mostrar que não tem nada de pré-histórico. Ao contrário: está antenado ao que estiver acontecendo por aí para contar a você!&lt;/p&gt;
&lt;dl class="image-right captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/imagens/turmadorextemoprazerdeapresentar2.jpg/image_preview" alt="turma do rex tem o prazer de apresentar 2" title="turma do rex tem o prazer de apresentar 2" height="178" width="400" /&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:400px"&gt;Ilustração: Ivan Zigg&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;

&lt;p&gt;Parece divertido? Saiba, então, que, aqui, a sua opinião é para lá de importante. Tanto é que você não só pode comentar cada uma das atrações apresentadas, como também dar a sua opinião na seção &lt;a title="Papo interativo" class="internal-link" href="/foruns/papo-interativo"&gt;&lt;em&gt;Papo interativo&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; – que sempre terá um tema aberto à discussão. Além disso, aguardamos o seu voto nas &lt;a title="Nossos mascotes perguntam" class="internal-link" href="/enquetes/nossos-mascotes-perguntam"&gt;pesquisas&lt;/a&gt; que nós, os mascotes da única revista sobre ciência para crianças do Brasil, vamos realizar!&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Passaporte para a diversão&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Para aproveitar tudo o que a nova &lt;em&gt;CHC On-line&lt;/em&gt; tem a oferecer, no entanto, anote essa dica: cadastre-se no &lt;em&gt;Clube CHC&lt;/em&gt;. É simples e fácil: basta &lt;a class="external-link" href="join_form"&gt;clicar aqui&lt;/a&gt; para registrar seu nome (ou apelido) e uma senha de acesso. Com esses dados, você vai poder deixar seus comentários, participar do &lt;em&gt;Papo Interativo&lt;/em&gt;, além de muito mais. Então, o que você está esperando? Faça logo parte do nosso clube e curta ao máximo a &lt;em&gt;CHC On-line&lt;/em&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Rex, Diná e Zíper</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>Turma do Rex</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Revista Ciência Hoje das Crianças</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>História da CHC</dc:subject>
  
  <dc:date>2009-11-09T13:00:50Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/uma-mulher-das-galaxias">
  <title>Mulher das galáxias</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/uma-mulher-das-galaxias</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Em livro, cientista brasileira explica como você pode se tornar um astrônomo&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Imagine que você é astrônomo: um cientista que estuda os astros. Hoje sua missão é observar uma galáxia. Com um mapa do céu e um telescópio, você analisa esse conjunto de estrelas, poeira e gás. Até que nota um ponto brilhante ali perto, que não está no mapa. Ao investigá-lo, surpresa: encontra algo que ninguém havia visto antes! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assim que a astrônoma brasileira Duília de Mello – que trabalha na Nasa, a agência especial norte-americana – descobriu uma supernova: um corpo celeste que surge após a explosão de uma estrela. Em um livro que acaba de chegar às livrarias – chamado &lt;em&gt;Vivendo com as estrelas&lt;/em&gt; –, ela conta a história dessa descoberta e também fala sobre sua trajetória, inspirando quem sonha em ter a astronomia como profissão.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;De olho no céu&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Desde pequena, Duília passava horas observando o céu. Curiosa, tinha várias dúvidas sobre os astros. “Mas, quando eu era criança, não tinha acesso à internet. Então, só conseguia informação na escola, em revistas e livros. Era pouca coisa e eu queria saber mais”, diz. Foi, então, que ela decidiu ser astrônoma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;dl class="image-right captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a rel="lightbox" href="/noticias/2009/outubro/imagens/uma%20mulher%20das%20galaxias%202.jpg"&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/imagens/uma%20mulher%20das%20galaxias%202.jpg/image_mini" alt="uma mulher das galaxias 2" title="uma mulher das galaxias 2" height="200" width="147" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:147px"&gt;Duília de Mello e uma miniatura do telescópio espacial James Webb (foto: Tommy Wiklind).&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Para seguir essa profissão, porém, Duília precisou de dedicação, além de curiosidade. Afinal, um astrônomo estuda bastante matemática e física. Mas o esforço teve resultado. Aos 32 anos, a brasileira já era especialista em astronomia extragaláctica: área que estuda outras galáxias além da nossa, a Via Láctea. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Descobertas espaciais&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Além de ter encontrado uma supernova em 1997, Duília fez outra descoberta importante em 2008. Ela foi a primeira pesquisadora a encontrar estrelas que se formam fora de galáxias: as chamadas bolhas azuis. Isso mostrou que esses astros podem surgir no meio do nada e não só dentro de galáxias, como se achava antes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;No vídeo a seguir, em uma visita ao Instituto Ciência Hoje, sede da CHC On-line, Duília conta um pouco mais sobre o seu trabalho. Esse, aliás, também é um tema do livro &lt;em&gt;Vivendo com as estrelas&lt;/em&gt;. Ao lê-lo, você vai descobrir como a brasileira chegou à Nasa e, de quebra, encontrar muitas informações sobre o universo. Tudo sem precisar ir ao espaço, mas apenas até a livraria mais próxima!&lt;/p&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed height="368" width="457" allowscriptaccess="always" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=363117&amp;amp;start_loading=false&amp;amp;start_paused=true" id="player_363117"&gt;&lt;/embed&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;div class="bloco-centralizado-menor"&gt;
&lt;h3 align="center"&gt;Promoção Presente Estelar - Prazo prorrogado!&lt;/h3&gt;
&lt;div align="center"&gt;Quer ganhar o livro &lt;em&gt;Vivendo com as estrelas&lt;/em&gt;? Então, participe do &lt;a title="Promoção Uma mulher das galáxias" class="internal-link" href="/promocao/promocao-ciencia-hoje-das-criancas"&gt;concurso&lt;/a&gt; que a CHC On-line promove até&amp;nbsp;20 de novembro!&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Júlia Faria, Ciência Hoje das Crianças</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>Estrelas</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Universo</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Astronomia</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Livros</dc:subject>
  
  <dc:date>2010-02-01T19:21:05Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>


 <item rdf:about="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/voce-viu-a-raposa-do-campo-por-ai-1">
  <title>Viu a raposa-do-campo por aí?</title>
  <link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/voce-viu-a-raposa-do-campo-por-ai-1</link>
  <description>
   &lt;p class="documentDescription"&gt;Biólogos e veterinários estudam espécie típica do Cerrado brasileiro&lt;/p&gt;
   
&lt;p&gt;Nos vastos campos do Cerrado brasileiro, mora a &lt;em&gt;Pseudalopex vetulus&lt;/em&gt;. Quem? A raposa-do-campo, ora! Com aproximadamente 60 centímetros de comprimento e entre dois e quatro quilos de peso, essa espécie, encontrada apenas no Brasil, tem como prato preferido os cupins, embora também coma frutos, aves e pequenos roedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não conhece esse animal? Saiba, então, que até os biólogos estão começando a estudá-lo melhor apenas agora. Para você ter uma ideia, a raposa-do-campo é uma das sete espécies menos estudadas do mundo na família dos cães, lobos e raposas. Para mudar isso, um time de pesquisadores tem vasculhado fazendas nos municípios de Araguari, em Minas Gerais, e Cumari, em Goiás, em busca desses bichos!&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Siga as pistas!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;À noite, biólogos saem a campo, com holofotes, à procura das raposinhas. De dia, eles buscam rastros e tocas desses animais. No local onde raposas ou pistas são localizadas, eles instalam armadilhas e quando o bicho passa ali novamente... Vupt!&amp;nbsp; A porta se fecha e o animal é capturado!&lt;/p&gt;
&lt;dl class="image-left captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;a rel="lightbox" href="/noticias/2009/outubro/imagens/voce-viu-a-raposa-do-campo-por-ai2.jpg"&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/imagens/voce-viu-a-raposa-do-campo-por-ai2.jpg/image_mini" alt="você viu a raposa-do-campo por aí 2" title="você viu a raposa-do-campo por aí 2" height="143" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:200px"&gt;Raposa-do-campo capturada em Goiás é examinada (Foto: Frederico G. Lemos).&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;

&lt;p&gt;Quando o dia nasce, é hora de ver quantas raposas caíram nas armadilhas. Primeiramente, veterinários como Nucharin Songsasen e Joares May Júnior anestesiam as raposinhas para que os biólogos possam estudá-las. Em seguida, elas são pesadas, medidas e têm a saúde avaliada. Sangue e urina são coletados e carrapatos, retirados para estudo. “Assim descobrimos se as raposas estão doentes e, dependendo da doença, se tiveram contato com espécies domésticas ou não”, explica o biólogo Frederico Lemos, que, junto com a também bióloga Fernanda de Azevedo, coordena esse trabalho, parte do projeto &lt;em&gt;Ecologia e conservação da raposa-do-campo no Cerrado brasileiro&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é só. As raposas também ganham coleiras que emitem ondas de rádio. “Esse equipamento nos permite acompanhar os bichos mais de perto. E nos fornece dados que nos ajudam a determinar o tamanho da área onde os animais vivem e a estudar o seu comportamento”, conta Frederico Lemos.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Pais zelosos&lt;/h3&gt;
&lt;dl class="image-right captioned"&gt;
&lt;dt&gt;&lt;img src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/2009/outubro/imagens/voceviuaraposadocampoporai3.jpg/image_preview" alt="você viu a raposa-do-campo por aí 3" title="você viu a raposa-do-campo por aí 3" height="256" width="400" /&gt;&lt;/dt&gt;
 &lt;dd class="image-caption" style="width:400px"&gt;Uma raposa-do-campo com a coleira especial que transmite informações importantes aos pesquisadores (foto: Frederico G. Lemos).&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;

&lt;p&gt;Desde abril de 2008, já foram encontradas seis raposas-do-campo e sete cachorros-do-mato, animais que também habitam a região pesquisada. Cinco raposas e um cachorro-do-mato ganharam o colar especial e são monitorados semanalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outubro e dezembro, novas buscas serão feitas. A expectativa é obter mais informações sobre as raposas-do-campo. Segundo Frederico Lemos, uma descoberta sobre os cuidados com os filhotes deve ser divulgada em breve. “O papel que o macho desempenha nesta função é mais ativo do que se imaginava”, adianta ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;

  </description>
  <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
  <dc:creator>Camilla Muniz, Ciência Hoje das Crianças</dc:creator>
  <dc:rights></dc:rights>
  
   <dc:subject>Raposa-do-campo</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Animais</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Cerrado</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Bichos</dc:subject>
  
  
   <dc:subject>Mamíferos</dc:subject>
  
  <dc:date>2009-11-09T12:59:44Z</dc:date>
  <dc:type>Notícia</dc:type>
 </item>




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