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><channel><title>REVISTA CHC - Ciência Hoje das Crianças</title>
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<item><title>A vida secreta das formigas</title><link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/a-vida-secreta-das-formigas/</link>
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<pubDate>Tue, 21 May 2013 14:08:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernanda-Tavora</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pesquisadores tentam desvendar a organização dos formigueiros]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quase sempre, quando observamos formigas, elas estão andando em fila, uma atrás da outra, em uma organização de dar inveja. E quando elas entram no formigueiro, como fica? Se você também já teve essa curiosidade, saiba que não é o único. Cientistas da Universidade de Lausanne, na Suíça, decidiram investigar exatamente isso! Com a ajuda de microchips instalados nos insetos, eles descobriram que, no interior do formigueiro, as formigas deixam de lado as filas e se organizam em grupos de acordo com a idade.</p><div
id="attachment_16904" class="wp-caption alignright" style="width: 290px"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/formiga.jpg"><img
class=" wp-image-16904 " alt="Para entender como as formigas se comportam, cientistas prenderam chips com códigos em cada uma delas para ajudar a definir seus movimentos dentro do formigueiro (Foto: Alessandro Crespi)" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/formiga.jpg" width="280" height="314" /></a><p
class="wp-caption-text">Para entender como as formigas se comportam, cientistas prenderam chips com códigos em cada uma delas para ajudar a definir seus movimentos dentro do formigueiro (Foto: Alessandro Crespi)</p></div><p>O estudo foi realizado com exemplares da espécie <i>Camponatus fellah</i> e identificou três grupos. As formigas mais jovens são as responsáveis por cuidar da rainha e dos filhotes – por isso ficam mais tempo no interior do formigueiro. Mais maduras, passam para o papel de limpadoras e, quando mais velhas, adotam a função de sair em busca de alimento.</p><p>Agora, não vá pensando que as formigas têm alguém para dar ordens e controlar todo o trabalho. “Elas se organizam sem um controle hierárquico”, conta a bióloga Danielle Mersch, que participou do estudo. “Nem a rainha nem qualquer outra formiga fala para as outras o que é preciso fazer”.</p><p>Os cientistas observaram também que, dependendo de sua função, as formigas ocupavam um espaço diferente no formigueiro. As formigas que cuidam da rainha ficam mais no interior do ninho, enquanto as que saem em busca de alimentos se localizam próximo à saída ou nas bordas do formigueiro. Já as limpadoras circulam em volta do lixo e outras áreas.</p><p>Essa localização influencia a interação entre os insetos. “Imagine que você é uma formiga: algumas vezes você vai interagir com formigas de outros grupos, mas, justamente por que você fica em um determinado canto do formigueiro, você vai interagir mais e trocar mais informações com as formigas que estão no mesmo lugar que você”, explica Danielle.</p><p>E aí, isso esclareceu sua curiosidade?</p>
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<item><title>Água-viva viajante</title><link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/agua-viva-viajante/</link>
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<pubDate>Mon, 20 May 2013 13:57:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernanda Turino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Espécie australiana viaja muitos quilômetros e é encontrada no litoral brasileiro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vê uma água-viva no mar, com aquele jeitão vagaroso, não imagina que ela seja capaz de viajar grandes distâncias. É de se estranhar, então, que exemplares da água-viva-australiana-manchada (<i>Phyllorhiza punctata</i>) tenham sido encontrados no mar de Ubatuba, em São Paulo. Como será que elas chegaram até aqui?</p><div
id="attachment_16898" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/agua-viva.jpg"><img
class="size-medium wp-image-16898" alt="A (i)Phyllorhiza punctata(i) pode medir até 60 centímetros de diâmetro e há registros esporádicos de sua ocorrência no Brasil desde a década de 50. A espécie se alimenta de plâncton e larvas de crustáceos, como camarões (Foto: Orest / Wikimedia Commons / CC BY-SA 2.0)" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/agua-viva-600x438.jpg" width="600" height="438" /></a><p
class="wp-caption-text">A (i)Phyllorhiza punctata(i) pode medir até 60 centímetros de diâmetro e há registros esporádicos de sua ocorrência no Brasil desde a década de 50. A espécie se alimenta de plâncton e larvas de crustáceos, como camarões (Foto: Orest / Wikimedia Commons / CC BY-SA 2.0)</p></div><p>Provavelmente, de carona em navios! Só que com um detalhe: elas não sabiam que estavam embarcando em uma viagem.</p><p>As águas-vivas podem ter viajado quando eram apenas filhotes, em um estágio de seu ciclo de vida chamado pólipo. Nessa fase, elas ainda são pequenas e incapazes de se mover sozinhas, por isso, precisam estar presas a algum lugar. Se o lugar escolhido tiver sido o casco de um navio, já dá pra concluir o que houve – o barco zarpou e, com ele, as águas-vivas!</p><p>Outra possibilidade é de que elas tenham chegado até aqui junto com a água de lastro – água do mar armazenada em tanques, nos navios, que servem para dar estabilidade à embarcação – de barcos que aportaram no Brasil. Isso pode acontecer mesmo na fase adulta das águas-vivas.</p><p>É nesse estágio, conhecido como medusa, que as águas-vivas-australianas-manchadas já sabem nadar por conta própria e podem causar problemas para os banhistas. “Os riscos são como de qualquer outra água-viva: um encontro com elas pode causar irritações na pele, por exemplo”, diz André Morandini, zoólogo do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo.</p><p><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/alerta-no-mar/">Saiba o que fazer em caso de acidentes com águas vivas.</a></p><p>Não é só aos humanos que as águas-vivas invasoras podem causar prejuízos. O meio ambiente também pode ser prejudicado. “Como é uma espécie não originária do Brasil, ela pode estar causando algum prejuízo ao ecossistema”, aponta André. “Porém, ainda não sabemos qual”.</p><p>A <i>P. punctata</i> já tem sido observada em diversos lugares do planeta. No Golfo do México, por exemplo, sua presença causou uma redução da população de camarões, o que afetou o meio ambiente e as atividades de pesca.</p><p>Não há muito o que fazer em relação às águas-vivas que já estão em águas brasileiras. Porém, existe uma forma de evitar que novos animais venham parar aqui: basta que os navios sejam limpos em alto mar, impedindo que novos animais cheguem até a costa.</p>
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<item><title>Criançada antenada</title><link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/criancada-antenada/</link>
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<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:00:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rex</dc:creator>
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<description><![CDATA[Confira o site que transforma notícias em vídeos para o público infantil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Todo dia de manhã, você vê seus pais lendo o jornal ou assistindo a notícias na televisão. Já tentou ler ou assistir um pouquinho e se inteirar das principais novidades do Brasil e do mundo? Talvez você tenha achado os textos complicados demais. Ou, simplesmente, tenha percebido que eles são escritos para o público adulto, e não para as crianças.</p><p>Foi pensando nisso que a jornalista Simone Ronzani criou <a
href="http://recontando.com/" target="_blank">Recontando</a>, um projeto que transforma notícias em vídeos animados para o público infantil. Ela teve a ideia quando percebeu que seu filho de oito anos queria saber o que o noticiário estava tentando dizer sobre um incêndio.</p><p>Junto com outros três jornalistas e três ilustradores, Simone agora trabalha para tornar notícias de temas como economia e política fáceis e divertidas de entender. A página conta também com jogos e quadrinhos sobre os assuntos abordados.</p><p>Para saber se o material é mesmo bacana para as crianças, Recontando conta com um grupo de quatro crianças de até dez anos. Elas veem os vídeos e dizem logo se dá ou não para entender. Caso fiquem confusas, os jornalistas escrevem tudo de novo. “Dá um trabalhão, mas vale a pena”, defende Simone. Confira o resultado:</p><p><iframe
src="http://www.youtube.com/embed/ndbdKEiF6ko?rel=0" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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<item><title>Ao acender a luz&#8230;</title><link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/ao-acender-a-luz/</link>
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<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:59:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joab Trajano Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[... você está usando química! Entenda como]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para a grande maioria de nós, a vida seria impensável sem lâmpadas: afinal, elas iluminam casas, ruas, praças, estações e aeroportos. Além disso, servem como atrativo em muitos estabelecimentos comerciais, que chamam a atenção dos clientes com belos letreiros luminosos.</p><p>Mesmo acendendo e apagando a luz várias vezes ao dia, você talvez nunca tenha pensado sobre quanta química cabe nas lâmpadas. Esse é o nosso assunto de hoje!</p><p>As primeiras lâmpadas começaram a ser comercializadas por volta de 1880, pela indústria de Thomas Alva Edison, nos Estados Unidos. Eram lâmpadas incandescentes, formadas por um bulbo de vidro bem fechado, preenchido com um gás inerte – ou seja, um gás que normalmente não se combina ou reage com outras substâncias – como argônio, nitrogênio ou criptônio. Dentro do bulbo, insere-se um fino filamento metálico de tungstênio, conectado nas extremidades por fios de níquel e apoiado centralmente por fios de molibdênio (veja a figura).</p><div
id="attachment_16889" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/lampada-incandescente.jpg"><img
class="size-medium wp-image-16889" alt="Lâmpada incandescente, criada por Thomas Edison (Imagem adaptada de KMJ / Wikimedia Commons / CC BY-SA 3.0)" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/lampada-incandescente-600x430.jpg" width="600" height="430" /></a><p
class="wp-caption-text">Lâmpada incandescente, criada por Thomas Edison (Imagem adaptada de KMJ / Wikimedia Commons / CC BY-SA 3.0)</p></div><p>Nesse tipo de lâmpada, a corrente elétrica passa através do filamento metálico e, devido ao fenômeno de resistência elétrica – isto é, à propriedade de um material de se opor à passagem da corrente elétrica –, o filamento começa a emitir luz e calor. Para produzir uma lâmpada de boa qualidade, a composição exata do filamento é importante, pois o material do qual é formado deve ser capaz de resistir à grande quantidade de calor gerada. Também é essencial garantir que não haja oxigênio no interior do bulbo, pois ele reagiria com o filamento metálico. Em ambos os casos, a lâmpada queimaria e teria que ser substituída frequentemente, o que seria uma chatice!</p><p><strong>Outras lâmpadas</strong></p><div
id="attachment_16888" class="wp-caption alignright" style="width: 214px"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/lampada-fluorescente.jpg"><img
class=" wp-image-16888 " alt="As lâmpadas fluorescentes, apesar de serem mais econômicas, apresentam risco ao meio ambiente, pois contêm mercúrio. Por isso, elas nunca devem ser descartadas no lixo comum (Foto: Giligone / Wikimedia Commons / CC BY-SA 3.0)" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/lampada-fluorescente-340x450.jpg" width="204" height="270" /></a><p
class="wp-caption-text">As lâmpadas fluorescentes, apesar de serem mais econômicas, apresentam risco ao meio ambiente, pois contêm mercúrio. Por isso, elas nunca devem ser descartadas no lixo comum (Foto: Giligone / Wikimedia Commons / CC BY-SA 3.0)</p></div><p>Por muito tempo, a lâmpada incandescente era o único tipo de lâmpada disponível comercialmente para uso nas residências. Gradativamente, esse tipo de lâmpada está sendo substituído pelas lâmpadas fluorescentes, que consomem menos energia. Você já ouviu falar delas?</p><p>As lâmpadas fluorescentes são tubos de vidro preenchidos com um tipo de gás especial, chamado de gás nobre (argônio, xenônio, neônio ou criptônio). Elas também contêm uma pequena quantidade de mercúrio.</p><p>A parede interna do bulbo da lâmpada é revestida com uma mistura de pequenos grãos de certos tipos de sais que absorvem a luz ultravioleta e emitem luz branca. Quando a lâmpada é ligada, os elétrons emitidos pelo filamento da lâmpada colidem com a mistura de gás e mercúrio, fazendo com que o mercúrio emita luz ultravioleta. Esta luz é absorvida pelos sais fluorescentes, que emitem a luz branca que você vê por aí.</p><p>Além de iluminar as casas, lâmpadas fluorescentes também podem funcionar como lâmpadas germicidas, usadas para esterilizar ambientes e água, por exemplo. Para isso, o tubo da lâmpada deve ser feito de um vidro especial que permita a passagem da luz ultravioleta – já que o vidro comum não deixa passar essa luz – e o revestimento de sal da parede deve ser retirado.</p><div
id="attachment_16887" class="wp-caption alignleft" style="width: 202px"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/lampada-de-vapor-de-sodio.jpg"><img
class=" wp-image-16887 " alt="As lâmpadas de vapor de sódio são usadas na iluminação de ruas e praças (Foto: Domínio público)" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/lampada-de-vapor-de-sodio.jpg" width="192" height="144" /></a><p
class="wp-caption-text">As lâmpadas de vapor de sódio são usadas na iluminação de ruas e praças (Foto: Domínio público)</p></div><p>Agora um detalhe importante: as lâmpadas incandescentes ou fluorescentes são eficientes para iluminar áreas pequenas, como salas ou quartos. Porém, como têm baixa potência de emissão de luz (geralmente não mais do que 300 Watts), elas não são boas para iluminar grandes áreas, como praças, ruas e aeroportos.</p><p>Nestes casos, uma das alternativas é usar as lâmpadas de vapor de sódio, mercúrio ou haletos metálicos (um mistura de mercúrio e sais de iodo, como o iodeto de sódio ou iodeto de escândio), que funcionam mais ou menos como as lâmpadas fluorescentes. Curioso, não é?</p><p>Um final de semana iluminado para você!</p>
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<item><title>Como fazer borboletas</title><link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/como-fazer-borboletas/</link>
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<pubDate>Thu, 16 May 2013 18:00:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diná</dc:creator>
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<description><![CDATA[Livro conta a história de um avô muito especial]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine só uma pessoa que sabe fazer borboletas! Não, não estou falando daqueles insetos feitos com dobraduras de papel, mas das de verdade, bem coloridas e que batem asas por aí, voando de flor em flor e enfeitando os jardins. Duvida? Pois foi isso mesmo que Vozo, avô de Laura Bergallo, decidiu fazer. Em seu livro <i>O fazedor de borboletas</i>, a autora conta a história.</p><p>A receita era simples: uma caixinha de fósforos cheia de furinhos, uma lagarta bem gorda – que devia ser capturada com cuidado pra não “queimar” a mão e, claro, não machucar o bicho – e algumas folhas bem verdinhas. Por fim, o ingrediente principal: uma bela dose de paciência.</p><p>Quer saber se tudo isso funcionava? Leia o livro!</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fazedordeborboletas.jpg"><img
class="aligncenter  wp-image-16878" alt="fazedordeborboletas" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fazedordeborboletas-600x448.jpg" width="360" height="269" /></a></p><blockquote><p
style="text-align: center;"><b>O fazedor de borboletas<br
/>
</b>De Laura Bergallo<br
/>
Ilustrações de Janaina Tokitaka<br
/>
Editora Escrita Fina</p></blockquote>
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<item><title>Previsão: furacões!</title><link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/previsao-furacoes/</link>
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<pubDate>Thu, 16 May 2013 12:00:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo-Garcia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sonda espacial mostra enormes tempestades em Saturno]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você está com viagem marcada para passar um final de semana na praia com a família, é sempre bom dar uma olhadinha na previsão do tempo, não é? Se as tardes forem de chuva, você já leva na bagagem o jogo de tabuleiro favorito para passar o tempo&#8230;</p><p>Pois bem. Já pensou se, em um futuro distante, fosse possível viajar pelo espaço e conhecer outros planetas? Olhar a previsão do tempo ia ser mais importante ainda!</p><p>Por exemplo, se o destino fosse Saturno, o turista espacial teria muito com que se preocupar. É que, atualmente, o clima do planeta é bastante instável nas áreas próximas aos polos, e a previsão é de enormes furacões – quem dá o aviso é a sonda espacial Cassini, que orbita o planeta desde 2004.</p><div
id="attachment_16874" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/furacao-em-saturno.jpg"><img
class="size-medium wp-image-16874" alt="A imagem mostra uma enorme tempestade próxima ao polo norte de Saturno (Foto: Cassini Imaging Team, SSI, JPL, ESA, NASA)" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/furacao-em-saturno-450x450.jpg" width="450" height="450" /></a><p
class="wp-caption-text">A imagem mostra uma enorme tempestade próxima ao polo norte de Saturno (Foto: Cassini Imaging Team, SSI, JPL, ESA, NASA)</p></div><p>Para você ter uma ideia, o olho da tempestade chega a cerca de dois mil quilômetros de extensão e as nuvens externas atingem a velocidade de 500 quilômetros por hora. Aqui na Terra, nunca se viu nada igual&#8230;</p><p>Já em Saturno, furacões gigantescos parecem comuns. Em 2006, a Cassini também registrou um enorme sistema de tempestade no sul do planeta. Os cientistas estimam que ele esteja em atividade há bilhões de anos, já imaginou? Pelo visto, o clima por lá não é muito convidativo para os turistas&#8230;</p>
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<item><title>Batata chorona</title><link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/batata-chorona/</link>
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<pubDate>Wed, 15 May 2013 17:26:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zíper</dc:creator>
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<category><![CDATA[Química]]></category>
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<description><![CDATA[Vamos ver se você descobre o mistério por trás deste experimento!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quem aí gosta de salada de batata ou doce de batata-doce? Pois, antes de almoçar e devorar suas guloseimas favoritas, trate de fazer este experimento.</p><div
id="attachment_16869" class="wp-caption alignright" style="width: 370px"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/foto-de-marco-bernardini.-flickr-cc-by-nc-sa-2.0.jpg"><img
class=" wp-image-16869 " alt="(Foto: Marco Bernardini /  Flickr / CC BY-NC-SA 2.0)" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/foto-de-marco-bernardini.-flickr-cc-by-nc-sa-2.0-600x432.jpg" width="360" height="259" /></a><p
class="wp-caption-text">(Foto: Marco Bernardini / Flickr / CC BY-NC-SA 2.0)</p></div><p>Você vai precisar de:<br
/>
* duas batatas inglesas cruas, cortadas ao meio;<br
/>
* sal;<br
/>
* açúcar;<br
/>
* três pratos descartáveis;<br
/>
* fita crepe;<br
/>
* papel toalha;<br
/>
* caneta.</p><p>Primeiro, prepare os pratos. Em cada um, cole um pedaço de fita crepe e escreva “batata”, “batata e açúcar” e “batata e sal”.</p><p>Depois, pegue três dos pedaços de batata e, com a ajuda de uma colher, faça um buraco em cada um. Seque bem com o papel toalha.</p><p>Em cada prato, coloque os pedaços de batata com o buraco virado para cima. Coloque sal sobre uma das batatas, açúcar sobre a outra e nada na terceira. Espere alguns minutos e veja o que acontece!</p><p>Você consegue explicar o resultado? Conte pra gente nos comentários!</p>
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<item><title>Prevendo o perigo</title><link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/prevendo-o-perigo/</link>
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<pubDate>Wed, 15 May 2013 13:21:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernanda-Tavora</dc:creator>
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<category><![CDATA[Peixes]]></category><guid
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<description><![CDATA[Estudo tenta descobrir que espécies de peixes podem entrar em risco de extinção]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>“Melhor prevenir do que remediar”, dizia a sua avó. Já pensou se fosse possível descobrir que uma espécie pode entrar em risco de extinção antes mesmo de ela se encaixar nessa categoria? Pois pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina desenvolveram um modelo que pode prever se uma espécie é vulnerável, ou seja, se ela pode entrar na lista de espécies em risco de extinção.</p><div
id="attachment_16863" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/epinephelus_itajaramero.jpg"><img
class="size-medium wp-image-16863" alt="O mero é uma espécie de grande porte e está ameaçado de extinção. Ele é protegido por lei e sua pesca é proibida na costa brasileira (Foto: Carlos E. L. Ferreira)" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/epinephelus_itajaramero-600x450.jpg" width="600" height="450" /></a><p
class="wp-caption-text">O mero é uma espécie de grande porte e está ameaçado de extinção. Ele é protegido por lei e sua pesca é proibida na costa brasileira (Foto: Carlos E. L. Ferreira)</p></div><p>Segundo a bióloga Mariana Bender, a ideia do estudo era entender o estado de conservação das espécies de peixes que vivem em recifes de coral brasileiros e descobrir se elas estariam ou não vulneráveis. “A importância de prever essa vulnerabilidade é indicar que fatores podem levar uma espécie ao risco de extinção”, explica.</p><p>Os pesquisadores avaliaram, então, 559 espécies. Eles juntaram as características biológicas desses peixes – como tamanho, tipo de alimentação e aspectos da reprodução – e informações sobre as ameaças presentes no ambiente, como a pesca predatória.</p><div
id="attachment_16865" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/myc_bonacibadejo.jpg"><img
class="size-medium wp-image-16865" alt="Os peixes de grande porte, como o badejo-quadrado, são os mais procurados pela pesca predatória. Além disso, demoram mais para chegar à vida adulta e entrar na fase de reprodução (Foto: Carlos E. L. Ferreira)" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/myc_bonacibadejo-600x349.jpg" width="600" height="349" /></a><p
class="wp-caption-text">Os peixes de grande porte, como o badejo-quadrado, são os mais procurados pela pesca predatória. Além disso, demoram mais para chegar à vida adulta e entrar na fase de reprodução (Foto: Carlos E. L. Ferreira)</p></div><p>“Comparando os dados de vários peixes, o estudo buscou encontrar as características mais comuns entre as espécies ameaçadas de extinção”, conta Mariana. Com isso, os cientistas esperavam identificar espécies que têm as mesmas características de vulnerabilidade, mas que ainda não faziam parte de nenhuma lista de animais ameaçados de extinção.</p><p>Entre as espécies mais vulneráveis atualmente estão peixes de grande porte, como tubarões, raias e o grupo das garoupas e badejos. Eles demoram mais para crescer e atingir a idade adulta para a reprodução, além de serem muito procurados pela pesca predatória. A pesca também ameaça peixes pequenos e coloridos, capturados para serem vendidos em lojas de aquários.</p><div
id="attachment_16864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/gramma-brasiliensis-gasparini.jpg"><img
class="size-medium wp-image-16864" alt="Peixes pequenos também correm risco de entrar em extinção. Os coloridos, como os da espécie Grama brasiliensis, são os preferidos de quem faz pesca ornamental (Foto: João L. Gasparini)" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/gramma-brasiliensis-gasparini-600x399.jpg" width="600" height="399" /></a><p
class="wp-caption-text">Peixes pequenos também correm risco de entrar em extinção. Os coloridos, como os da espécie Grama brasiliensis, são os preferidos de quem faz pesca ornamental (Foto: João L. Gasparini)</p></div><p>Para Mariana, os resultados da pesquisa podem ajudar a traçar planos para preservar as espécies de recifes brasileiros. Além disso, pesquisadores de outros países podem usar o estudo para avaliar as espécies de outras regiões de recifes, como o Caribe. “O estudo pode indicar que espécies de peixes devem receber atenção especial e servir como exemplo de aplicação das características das espécies para compreender melhor sua vulnerabilidade”.</p><blockquote><p><b>Recifes brasileiros</b></p><p>A costa brasileira tem mais de 7,4 mil quilômetros de extensão, dos quais 3 mil são ocupados por recifes de coral, que se espalham do Maranhão até o sul da Bahia. São estas as únicas formações de corais presentes na parte sul do Oceano Atlântico.</p><p>Os recifes são conhecidos por sua grande variedade de seres vivos, que inclui peixes, crustáceos e outros animais. Além de sua importância para a biodiversidade, os recifes são fonte de alimento para populações locais e agem como uma barreira natural que protege a costa da força das marés.</p></blockquote>
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<item><title>Um minuto de ciência</title><link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/um-minuto-de-ciencia/</link>
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<pubDate>Tue, 14 May 2013 23:36:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rex</dc:creator>
<category><![CDATA[Arte e Cultura]]></category>
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<category><![CDATA[Concurso]]></category><guid
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<description><![CDATA[Concurso premia vídeos sobre qualquer tema científico, inscreva o seu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é antenado nas postagens aqui do blogue lembra que, no ano passado, o <a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/so-um-minutinho/">Festival do Minuto</a> – concurso de vídeos curtíssimos na internet – premiou crianças de até 14 anos que falaram sobre ciência. Se você perdeu a chance de participar, hoje trago uma boa notícia: o prêmio está de volta!<a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/eletronico-ciencia-1.jpg"><img
class="alignright  wp-image-16860" alt="eletronico-ciencia-1" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/eletronico-ciencia-1-450x450.jpg" width="270" height="270" /></a></p><p>Para participar, faça um vídeo de até um minuto sobre qualquer assunto de ciência. Pode ser animação, vídeo de celular, câmera digital&#8230; Use a imaginação!</p><p>Leia atentamente o regulamento na <a
href="www.festivaldominuto.com.br" target="_blank">página do concurso</a> e faça sua inscrição pelo <a
href="www.minuteen.com.br" target="_blank">portal Minuteen</a> até o dia 30 de agosto. Se precisar de dicas, consulte a <a
href="www.escoladominuto.com.br" target="_blank">Escola do Minuto</a>. Boa sorte!</p>
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<item><title>Turista por natureza</title><link>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/turista-por-natureza/</link>
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<pubDate>Tue, 14 May 2013 13:32:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernanda Turino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Maior ave de sua família, o tucano-toco é uma espécie adaptada à vida fora de seu habitat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Com bico grandalhão e alaranjado, canto desafinado e jeito esquisitão de pular de galho em galho, o <em>Ramphastos toco</em> não passa despercebido. Ao contrário: o tucano-toco ou tucanuçu, como é conhecido popularmente, chama mesmo a atenção.</p><div
id="attachment_16856" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a
href="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/800px-tucano_7.jpg"><img
class="size-medium wp-image-16856" alt="O tucano-toco é o maior de todos os tucanos: chega a pesar 550 gramas e medir 56 centímetros de comprimento (Foto: Observatore / Wikimedia Commons / CC BY 3.0)" src="http://chc.cienciahoje.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/05/800px-tucano_7-600x450.jpg" width="600" height="450" /></a><p
class="wp-caption-text">O tucano-toco é o maior de todos os tucanos: chega a pesar 550 gramas e medir 56 centímetros de comprimento (Foto: Observatore / Wikimedia Commons / CC BY 3.0)</p></div><p>Originária do centro-oeste brasileiro, a espécie é a maior entre todos os tucanos e tem um apetite e tanto. “Seus hábitos alimentares são bastante variados, pois come de tudo um pouco”, explica o zoólogo Marcos Rodrigues, da Universidade Federal de Minas Gerais.</p><p>Sua dieta inclui cigarras, coquinhos de palmeiras – nativas ou exóticas –, diversos tipos de frutas e até mesmo filhotes vivos de bem-te-vis que ainda estão nos ninhos, entre outras guloseimas. Assim, o tucano-toco se torna, ao mesmo tempo, um ótimo dispersor de sementes e um eficiente predador de insetos e outras espécies nativas.</p><p>Comer de tudo tem lá suas vantagens: mesmo com a degradação de seu habitat natural, o tucano-toco tem a possibilidade de encontrar bons locais para viver e se reproduzir. Ele faz isso até nas cidades!</p><p>Segundo Marcos, essa facilidade de se adaptar a novos ambientes pode estar causando um aumento na população dessa ave. O cientista tem percebido uma presença maior do animal em diversas regiões do país, inclusive em áreas urbanizadas.</p><p>Porém, apesar dos indícios, ainda é cedo para afirmar que há mesmo um aumento da população de tucanos-tocos. “No Brasil, não temos um programa de monitoramento populacional de aves em grande escala”, explica Marcos. “Então, não podemos dizer com certeza se a população da espécie aumentou”.</p>
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