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Ciência Hoje das Crianças


Conteúdo do Link: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/a-vida-num-codigo-de-barras/

A vida num código de barras

Conheça esta iniciativa que ajuda cientistas de todo o mundo a identificar seres vivos

Notícias - 18-08-2011 Imprimir Pdf

Você já deve ter ido ao supermercado fazer compras. Reparou que, nas embalagens dos produtos industrializados, há um código de barras? Ele serve para identificar o produto, por exemplo, na hora de passá-lo no caixa – uma máquina especial lê o código e registra o preço automaticamente. Pois uma estratégia parecida está sendo usada por cientistas para identificar seres vivos!

O projeto conhecido como “Código de barras da vida” tem como objetivo tornar mais rápida a identificação de espécies, sejam elas animais, vegetais ou até mesmo fungos e protozoários. Em vez de barras, o código usado para a identificação é o DNA – que pode estar no pelo, no sangue, nas folhas ou até mesmo no cocô! Assim, os cientistas não precisam coletar o animal ou planta inteiro, como se fazia antigamente, mas apenas uma amostra. A identificação da espécie é feita comparando-se o DNA analisado com o DNA de outros organismos já cadastrados.

O “Código de barras da vida” é um projeto enorme, que começou em 2005 e reúne pesquisadores do mundo todo. Juntos, eles pretendem montar um banco de dados que padronize a identificação de novos organismos. O Brasil entrou na jogada no final do ano passado e pretende, em três anos, incluir 200 mil sequências de DNA de diferentes espécies nesse banco.

“Com o banco de dados, a ideia é deixar a informação mais acessível para todos”, conta o especialista em genética de peixes Guilherme José Costa Silva, da Universidade Estadual Paulista de Botucatu.

Mas não pensem que será fácil assim. Com apenas um pedaço do genoma, os cientistas podem até descobrir uma nova espécie, porém, não serão capazes de saber, por exemplo, o que aquele animal faz, qual a sua relação com outras espécies e qual o seu papel no ecossistema. Ou seja, a nova tecnologia não substitui completamente os métodos tradicionais de classificação dos seres vivos, que incluem a observação cuidadosa das espécies por especialistas.

Gabriela Reznik, Instituto Ciência Hoje/ RJ

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